Confusão no Hospital de Lima Campos termina com agressões, ameaças e registro de TCO
Nesse sábado (29), por volta das 10h30, uma ocorrência de ameaça, resistência, desobediência, desacato e lesão corporal mobilizou a Polícia Militar no Hospital Municipal (HM) de Lima Campos, localizado na Avenida 15 de Janeiro.
De acordo com informações repassadas pelo médico plantonista, dois indivíduos estariam causando tumulto, ameaçando servidores e agredindo funcionários da unidade. As quatro vítimas envolvidas foram identificadas pela PM. um médico plantonista, uma enfermeira, um motorista de ambulância e um dos vigias do hospital
Os acusados um homem e uma mulher, foram identificados e iremos usar as inicias dos seus nomes: L. da S., e F. B. V..
Agressões e ameaças
Segundo o relato do médico, o homem o teria ofendido chamando-o de “doutorzinho de merda” e ainda o ameaçado de morte, afirmando que iria matá-lo. Outras agressões também foram registradas contra servidores.
A enfermeira relatou que foi atacada pela mulher que é acusada, que ela teria rasgado sua roupa durante a confusão. O motorista do HM contou que foi chamado de “moleque” e “vagabundo”, além de ser empurrado pelo homem acusado.
O vigia do HM afirmou que a mulher lhe desferiu um soco no tórax, tomou seu celular e o arremessou ao chão, causando danos ao aparelho.
Intervenção policial
Ao chegar ao hospital, a guarnição encontrou os dois acusados ainda no interior da unidade. De acordo com os policiais, a mulher passou a desacatar a equipe, chamando os militares de “pau no c…”. Ela resistiu à prisão, sendo necessário o uso de algemas. Já o homem também foi detido.
Ambos foram conduzidos para a Delegacia Regional de Policia Civil (DRPC) de Pedreiras. No entanto, segundo o relatório policial, o delegado plantonista não recebeu os acusados, alegando que os ilícitos cometidos não caberiam prisão em flagrante.
TCO e liberação
Com isso, a guarnição retornou ao Destacamento da Polícia Militar de Lima Campos, onde foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Os dois acusados assinaram o documento e foram liberados em seguida, sem lesões corporais.
O caso segue agora à disposição da Justiça.